
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

segunda-feira, 31 de agosto de 2009
“A Igreja Católica deve ser escutada” diz Tony Blair

O ex-primeiro Ministro da Inglaterra, Tony Blair, que se converteu à fé católica há dois anos, assinalou durante sua participação no Encontro de Rimini, Itália, que promove o movimento Comunhão e Liberação que, a voz da Igreja deve ser escutada porque deve “falar de forma clara e aberta” para que “a comunidade das nações” a ouça.
Em seu discurso, o político britânico ressaltou também que “a fé e a razão são aliadas, não oponentes”, por isso “a Igreja pode ser a voz espiritual que converte a globalização em um instrumento e não em um padrão”.
Depois de elogiar o incansável trabalho de ajuda social da Igreja, entre outras áreas, Blair assinalou que “hoje não existe apenas um espaço mas um âmbito crescente para as organizações da sociedade civil no desenvolvimento de trabalhos que nem o Estado, nem o mercado podem fazer”.
Tony Blair também explicou que sua conversão se deve, em boa parte, à sua esposa Cherie. “Com ela comecei a ir à missa. Nós gostávamos de ir juntos, às vezes a uma igreja anglicana e outras a uma católica. Adivinhem a qual íamos mais? À medida que passava o tempo sentia que a Igreja Católica era minha casa e não só por seu magistério e sua doutrina, mas sim por sua natureza universal” indicou.
Em 2006 e 2007, Tony Blair e sua esposa, quem mantêm posturas contrárias à Igreja quanto ao aborto e as uniões homossexuais, visitaram o Papa Bento XVI, como parte do processo de conversão levou o político a abandonar os anglicanos.
Fonte: ACI
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
O amigo me arrasta para o Altar....
Este meu amigo a algum tempo estava morando em outra cidade, eu o via raramente, mais o tempo era corrido para ele e não tinhamos tempo de conversar... Mais ontem o seu coração me revelou que o Céu é Já!
Gostaria de dizer tudo o que perpassa o meu coração, mais as palavras são limitadas... o meu coração está em festa... o meu olhar está brilhando e revelando que o amigo me arrasta para o Altar.
Minha gratidão, eterna gratidão ao Bom Deus, que no Seu Altar entrelaça o Céu e a Terra, e os corações amigos...
Gratidão, Rômulo, pelo Altar do teu coração!!!
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Começou oficialmente o Ano Sacerdotal!

Nesta sexta-feira – solenidade do Sagrado Coração de Jesus e Dia de Santificação dos Sacerdotes - Bento XVI presidiu, na Basílica de São Pedro, às segundas Vésperas. Com essa celebração, o Santo Padre abriu o Ano Sacerdotal por ele convocado, por ocasião dos 150 anos de morte do Santo Cura D’Ars – João Maria Vianney – patrono dos párocos, que ele proclamará patrono de todos os sacerdotes.
A celebração foi precedida, às 17h30 locais, por um discurso do secretário da Congregação para o Clero, Dom Mauro Piacenza. Em seguida, teve lugar a procissão com a Relíquia do Santo Cura D’Ars – o seu coração – saindo da Capela da Piedade até o altar da Confissão e a Capela do Coro. A procissão foi conduzida pelo arcipreste da Basílica Vaticana, Cardeal Angelo Comastri; pelo prefeito da Congregação para o Clero, Cardeal Claudio Hummes; e pelo bispo de Belley-Ars, Dom Guy Bagnard.
Ao chegar à Basílica Vaticana, o papa foi até a Capela do Coro, onde venerou a Relíquia de São João Maria Vanney. Após a celebração das segundas Vésperas teve lugar a Adoração Eucarística. O Santo Padre desenvolveu a sua homilia partindo da festa que hoje celebramos – a solenidade do Sagrado Coração de Jesus – contextualizando-a na liturgia do dia. Bento XVI afirmou que no Antigo Testamento se fala 26 vezes do coração de Deus, considerado como o órgão de sua vontade.
Em seguida, o papa evocou uma passagem na qual o tema do coração de Deus se encontra expresso de modo absolutamente claro: o capítulo 11 do livro do profeta Oséias, no qual os primeiros versículos descrevem a dimensão do amor com o qual o Senhor se dirigiu a Israel no alvorecer de sua história: “Quando Israel era um menino, eu o amei e do Egito chamei meu filho” (Os 11,1)
Na realidade – observou o papa – Israel responde com indiferença e até mesmo com ingratidão à incansável predileção divina. “Mas quanto mais eu os chamava, tanto mais eles se afastavam de mim (Os 11,2). Todavia – prosseguiu o pontífice – o Senhor jamais abandona Israel nas mãos dos inimigos, porque o “meu coração se contorce dentro de mim, minhas entranhas comovem-se” – diz o Senhor (Os 11,8).
Na solenidade do Sagrado Coração – frisou o papa – “a Igreja oferece este mistério à nossa contemplação, o mistério do coração de um Deus que se comove e derrama o seu amor sobre a humanidade”. Bento XVI agradeceu a todos aqueles que, respondendo a seu convite, se fizeram presentes na Basílica de São Pedro para a celebração com a qual foi aberto o Ano Sacerdotal.
O papa dirigiu uma saudação particular aos cardeais e bispos presentes, entre os quais, ao prefeito e ao secretário da Congregação para o Clero, respectivamente, Cardeal Claudio Hummes, e Dom Mauro Piacenza.
No Coração de Jesus encontra-se o núcleo essencial do cristianismo, disse o Santo Padre, acrescentando que em Cristo nos foi revelada e oferecida toda a novidade revolucionária do Evangelho: “o Amor que nos salva e nos faz viver desde já na eternidade de Deus”.
Referindo-se ao solene início do Ano Sacerdotal por ele convocado por ocasião dos 150 anos da morte do Santo Cura D’Ars, o papa citou a Carta enviada aos sacerdotes para este especial ano jubilar.
O pontífice fez votos de que esta sua missiva seja uma ajuda e encorajamento a fazer deste ano uma ocasião propícia para crescer na intimidade com Jesus, “que conta conosco, seus ministros – ressaltou – para difundir e consolidar o seu Reino”. Em seguida, Bento XVI referiu-se ao Apóstolo dos Gentios, a quem foi dirigia a atenção durante o Ano Paulino que está para se concluir. “Deixar-se conquistar plenamente por Cristo”: esta foi a finalidade de toda a vida de São Paulo, recordou o papa, ressaltando que essa foi também a meta de todo o mistério do Santo Cura D’Ars. “Que este seja também o objetivo principal de cada um de nós” – foi a exortação do pontífice.
Em seguida, Bento XVI recordou as “promessas sacerdotais” feitas no dia da ordenação presbiteral e que são renovadas todos os anos, na Quinta-feira Santa, na missa do Crisma.
“Até mesmo as nossas carências, os nossos limites e fraquezas devem reconduzir-nos ao Coração de Jesus” – disse o papa – ressaltando que nada faz a Igreja sofrer tanto quanto os pecados de seus pastores, sobretudo daqueles que se transformam em “ladrões das ovelhas” (Jo 10, 1ss) ou porque as desviam com as suas doutrinas privadas, ou porque as abordam com laços de pecado ou de morte.
“Também para nós, caros sacerdotes – foi a exortação do pontífice – vale o chamado à conversão e ao recurso à Divina Misericórdia, e igualmente devemos dirigir com humildade ao Coração de Jesus o premente pedido de que nos preserve do risco terrível de prejudicar aqueles a quem devemos salvar.”
Por fim, Bento XVI recordou que “a Igreja precisa de sacerdotes santos; de ministros que ajudem os fiéis a experimentar o amor misericordioso do Senhor e sejam testemunhas convictas desse amor.
O papa concluiu a homilia da celebração das segundas Vésperas dirigindo-se a Nossa Senhora:
“Que a Virgem Santa, nossa Mãe, nos acompanhe no Ano Sacerdotal que hoje iniciamos, para que possamos ser guias firmes e iluminados para os fiéis que o Senhor confia aos nossos cuidados pastorais.”
Fonte: RádioVaticana
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Namorar ou ficar
Nos dias de hoje, por incrível que pareça, namorar é considerado fora de moda. O "ficar" parece muito mais fácil, certo? Talvez nem tanto. No “ficar” as pessoas se encontram, se atraem e acabam trocando beijos ou até algo mais. Mas é importante dizer que esse tipo de relacionamento caracteriza-se pela ausência de compromisso, de limites e regras claramente estabelecidas: o que pode ou não pode é definido no momento em que o relacionamento acontece, de acordo com a vontade dos próprios “ficantes.A duração do “ficar” varia: o tempo de um único beijo, a noite toda, algumas semanas. Nessa situação, ligar no dia seguinte ou procurar o outro não é dever de nenhum dos envolvidos.
Por essa razão, esse tipo de envolvimento acaba se tornando atraente para muitas pessoas que desejam apenas curtir o lado bom do namoro, sem responsabilidades, cobranças ou compromissos. A partir disso essa prática acaba substituindo e muito o namoro; muitos jovens preferem apenas trocar alguns carinhos a encarar uma relação mais séria. O problema é que, muitas vezes, bate uma carência, uma vontade de ter alguém...
A pessoa que sempre “fica” dificilmente se envolve. Chega uma hora em que é natural sentir vontade de ter alguém com quem sair, conversar, dividir bons e maus momentos, trocar beijos e carinhos, enfim, ter um relacionamento. Algumas pessoas, às vezes, ficam com vários parceiros na mesma noite, às vezes durante vários dias.
Para refletir:
1) ficar é namorar de brincadeira;
2) ficar é praticar para ver se vai dar certo;
3) ficar é suprir provisoriamente a carência afetiva e sexual;
4) ficar é curtir todo mundo numa boa, sem compromisso
5) enfim, ficar não significa namorar nem mesmo significa crescer.
Pense sempre que Deus tem o melhor para você. Valorizar-se é o caminho da busca da verdadeira felicidade.
"O jovem não foi feito para o prazer, mas para o desafio!" (Paul Marcel, filósofo cristão francês).
(João Mariano e Silvia Helena - Casal da Comunidade Canção Nova)
sexta-feira, 5 de junho de 2009
O Silêncio

quarta-feira, 13 de maio de 2009
Arcebispo italiano suspende comunhão na mão para evitar abusos contra Eucaristia
Conforme informou a imprensa local, o Escritório de Pastoral das Comunicações Sociais da Arquidiocese de Bolonha publicou um comunicado oficial com as novas disposições do Cardeal.
O texto recorda que há vinte anos, em 1989, "entrava em vigor a resolução da Conferência Episcopal Italiana, que autorizava, com a aprovação da Santa Sede, a distribuição da Sagrada Comunhão na mão".
Entretanto, precisa que nos últimos tempos se receberam notificações de graves abusos sobre esta decisão pelo que o Cardeal Caffarra decidiu que na Catedral de São Pedro, a Basílica de São Petrônio e o Santuário da Virgem de São Lucas, "a comunhão se distribua aos fiéis unicamente sobre a língua".
Segundo uma carta do pró-vigário geral de Bolonha, Dom Gabriele Cavina, originaram-se "graves abusos", porque "existem pessoas que levam as Sagradas Espécies para tê-las como 'souvenires'", "quem as vende", ou pior "quem as leva para profaná-las em ritos satânicos".
O sacerdote explicou que, "por desgraça, se repetiram casos de profanação da Eucaristia aproveitando a possibilidade de receber o Pão consagrado na palma da mão, sobre tudo, mas não exclusivamente, nas grandes celebrações ou nas grandes Igrejas que são lugares de passagem de numerosos fiéis. Por este motivo é bom para controlar o momento da Santa Comunhão a partir do cumprimento das normas comuns por todos bem conhecidas".
O Cardeal Caffarra pediu que durante as Missas, "os servidores ajudem ao Ministro, na medida do possível, vigiando para que cada fiel, depois de ter recebido o Pão consagrado o consuma imediatamente ante o Ministro e por nenhum motivo seja levado dali, ou colocado no bolso ou em sacos ou em qualquer outro lugar, ou caia no chão e seja pisado".
Fonte: ACI
